Como nas fotos rasgadas pelas cabines em Gare de Lyon, vestígios físicos de lembranças que a mim nada importam, mas bastam para teorizarem sobre meu eu.
Desculpe estar distante por tanto tempo. Afinal não sou mais o mesmo que era quando escrevi o primeiro texto, na verdade sou um alguém no mínimo mais consciente de que quero melhorar. E que venham as palavras pra eu despejar meus pensamentos.
2 comentários:
Eles simplesmente vê e não sabe de nada,pq o que importa é o interior e não o exterior.
Bjo
uma linha de escritos bem interessante. com um conteúdo literário bem conseguido, surpreendeu-me e eu raramente faço comentários..
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