2 de abril de 2009

Chuvas de novembro


Voltando a um assunto passado já, disposto a cravar um ponto-final. Falo da chuva de novembro, não aquela que assolou meu estado e que assustou nos noticiários, mas sim a minha chuva de novembro. Era um dia quente (infernal), daqueles que você se joga em um canto sem ânimo para nada. E o vento andava forte – pistas do que viria a acontecer – e o céu escureceu. Já devia imaginar que aquilo podia acontecer, mas ao invés de me abrigar da chuva (como sempre faço aliás), decidi sentir a água escorrendo por meus cabelos. Muitos falaram de mim, disseram que deviam ser como eu e curtir o momento, disseram que era louco e sem sentido estar ali. Infelizmente esses últimos estavam certos. Agora os sintomas da gripe estão curados e qualquer garoa me assusta, mas foram só chuvas de novembro.

3 comentários:

Monique disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Monique disse...

Novembrou passou, o martírio não.
Você, deveria ter sido pleno - é o que digo.
Seja pleno agora, não espere mais.

"Fica o gosto, ficam as fotos
Quanto tempo faz?
Ficam os dedos, fica a memória..."

Bruna B disse...

Já deverias ter aprendido que cada segundo de felicidade é pago com duas horas de tristeza. E é essa a lei da vida.


Mas como suportaríamos as duas horas de tristeza sem o segundo de felicidade? Não suportaríamos...

Uma luz.




Desculpe estar distante por tanto tempo. Afinal não sou mais o mesmo que era quando escrevi o primeiro texto, na verdade sou um alguém no mínimo mais consciente de que quero melhorar. E que venham as palavras pra eu despejar meus pensamentos.

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