7 de agosto de 2010


Encontrei um bilhete embaixo da porta.

Dizia ele:

"sou atemporal.
enquanto busco meu tempo, deixo minhas palavras."

E a arte se vai, como um último acorde que fica soando na guitarra (branca, semi-acústica).

3 comentários:

Sou C! disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sou C! disse...

Ainda nessa madrugada eu pensava a respeito do silêncio que, por coincidência, - se eu acreditasse nelas - constitui o nome do teu blog. Silêncio. É tão simples. E tão monótono, mas tão encantador.


Grata surpresa te descobrir, caleidoscópico, um enamorado das letras. Vida longa a todos nós, amantes das palavras!

Paulo Calvet disse...

É engraçado como um punhado de poesia-silêncio fala por si só...

Talvez, desculpe a intromissão, isso tudo combinaria com uma sequência: Em / C7+ / A9.

Uma luz.




Desculpe estar distante por tanto tempo. Afinal não sou mais o mesmo que era quando escrevi o primeiro texto, na verdade sou um alguém no mínimo mais consciente de que quero melhorar. E que venham as palavras pra eu despejar meus pensamentos.

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