Ele estava molhado. Os que cruzavam com ele o consideravam um tolo por correr com o guarda-chuva na mão. As únicas cores que ele via vinham do azul no objeto em mãos e do rosa que se apagava mais a cada passo. Porém a cada poça pisada ou saltada mais feliz ele ficava. Poderia ficar ali sua vida toda, brincando com a água ou vendo os pingos de chuva cair em seu rosto e escorrer por suas bochechas – como lágrimas (de felicidade).

2 comentários:
E se forem lágrimas, que sejam de felicidade.
"E quando estou contigo sinto que esclarece - acabei de encontrar. "
se encontrou então cuida, cultiva...faz crescer!
;)
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